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Persona: quem somos e quem queremos nos tornar?

Ao refletir estive pensando a respeito de quem somos e quem queremos nos tornar. 

Dentro do marketing nós sempre estudamos a persona em todos os seus aspectos mais profundos e mapeamos os níveis conscientes e inconscientes de seus desejos e comportamentos.  

Mas o que trava é que para você se conectar com a sua persona você precisa ser exatamente ou se assemelhar com aquilo que ela acredita. 

Como assim Priscila? 

Explico. 

É o seguinte, todas as vezes que você, um psicólogo e precisa se conectar com um profissional que trabalha em uma organização ou um empreendedor você necessariamente precisa adequar a sua comunicação ao nível dele. 

Ao observar o seu modo de pensar, falar, agir, sentir, desejar e conduzi-lo para que ele se desperte para os seus serviços e produtos. 

Em alguns casos você vai precisar ler livros que nem gosta tanto, estudar cursos que até então não estavam no seu radar. 

Vai precisar assistir filmes que nem tinha tanto interesse, seguir pessoas que nem tanto queria. 

Acompanhar revistas e informações que nem são tanto importante assim. 

Mas você vai precisar fazer isso. Se quiser realmente se conectar com o outro profundamente a ponto dele desejar a sua solução. Você precisa entender e internalizar o seu potencial cliente em um nível mais profundo. 

Mas Priscila eu só quero me conectar com ele porque me identifico em alguns aspectos. 

Não quero muito estudar esse negócio de mercado de trabalho, ler revistas, comprar livros e nem nada disso. Já tenho tanta coisa para estudar na minha área! 

Sei como é isso que você sente, mas veja bem o seguinte…

Imagina você gravando um vídeo ou ensinando algo que seja do desejo dele com o que você sabe. 

O que vai acontecer? 

Ah Priscila, acho que ele não vai entender muita coisa né….

Pois bem é exatamente isso que acontece….a sua comunicação não vai conectar e tudo o que você falar será mais uma informação dentre bilhões que ele ouve diariamente. 

Agora, quando você fala exatamente no idioma dele e mostra como a sua área se relaciona com o problema dele, aí sim você deixa de ser mais uma fonte de informação e se conecta com uma comunicação mais estratégica e persuasiva. 

Mas aí você vai ter uma outra dúvida, tipo. Mas como vou saber o que gosta de ler, assistir e fazer? 

A melhor forma de se entender esses padrões de comportamentos é quando você estuda profundamente quem é a pessoa. 

Então você pesquisa em todos os canais que ele mais se comunica, cria questionários específicos, mapeia a sua linguagem, identifica os tipos de livros que recomenda, observar quem são as suas referências profissionais. 

Assim você consegue entender mais porque ela tem alguns padrões de comportamento. 

Sim Priscila eu sei disso….durante os atendimentos individuais consigo ser bem assertiva na hora de falar com eles…

Só que bem na hora de escrever eu travo e nem sei como chamar a atenção dele. 

Então por isso, você precisa entender isso….

Como por exemplo, o profissional que é voltado para exatas vai ter muita dificuldade para produzir conteúdos no LinkedIn. 

Isso acontece porque ele aprendeu na escola que quem gosta de matemática nunca vai ser uma bom em escrita. 

E aí ele nunca demonstrou interesse por essa área, porque sempre acreditou ser exclusivamente de exatas. 

E o seu papel como psicóloga de carreira é mudar essa crença e fazê-lo entender de que ele pode criar conteúdos na área dele falando sobre a sua expertise 

Dessa forma você consegue entender melhor quem ele é e porque você vive dizendo para ele produzir conteúdo no LinkedIn, mas ele nunca sai do lugar. 

Viu como é importante você entender com quem você quer se conectar com profundidade? 

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